Morte de um bom homem
Eu sempre fiz de tudo eu lamentava e dizia.
Era o homem perfeito,
O cara que ela queria.
Eu tinha meus defeitos, nem sempre tão afetuoso.
Mas não sei o quanto eu merecia esse desgosto.
Me chamavam para o futebol,
Eu não ia para junto dela apreciar o por do sol.
Uma mulher linda, doce e incrível.
Era assim que eu via ela.
Trabalhando quando celular tocou,
Com voz doce e traíra me chamou de amor.
Disse que iria sair com as amigas,
Eu trouxa nem percebia.
Talvez no tom da voz se escondia?
Talvez tivesse me dado indícios durante o dia.
Mas eu não vi...
Ela teve coragem de me trair.
Eu fazia de tudo! Eu fazia de tudo!
Será que isso é justo?
Por muito tempo me culpei,
De tudo que me lembrava ela me afastei.
Todos sabiam e não me contaram,
Me senti traído por ela,
mas também por aqueles que me cercavam.
Dei a mão em comprimento ao sujeito,
Mas a vontade era dar um tiro no peito.
Uma duas vezes dancei com a morte,
Não por ela, mas pela má sorte.
Foi a morte de um bom homem.
Naquele dia ela confessou.
O bom homem que havia em mim se matou.
Bebeu vodka,
Se envolveu com drogas.
O coração puro quebrado estava agora.
Eu não era perfeito!
Mas sempre fiz de tudo...
Sera que tudo isso é justo?
Um projétil na madrugada no meio da boca parecia solução,
Quando noite atrás de noite me batia a solidão.
Adquiri vários problema,
Síndromes e depressão se tornaram irmãs nesse dilema.
Um bom homem morreu! Um bom homem morreu.
Se tornou escuro e frio,
Seu peito vaga vazio.
Eu sempre fiz de tudo...
Não foi o suficiente,
Um bom homem morreu, e hoje ela está contente.
Eu sempre fiz de tudo!
Quantas madrugadas cansei de me dar murros.
Pular da ponte não tive coragem,
Colocar fogo em mim mesmo,
Nao tive capacidade.
O tiro na boca não aconteceu.
Mas quando ouvi me esqueça,
Um bom homem morreu.
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