Em um vagão de trem qualquer
Uma silenciosa bagunça em mim.
Pensamentos desgovernados
E alma confusa e amargurada.
Ela expôs minha alma!
Ela expôs minha alma...
Eu lia sentado os trechos.
Eu pensava enquanto ela era de cair o queixo.
Eu lia Edgar Allan poe.
Eu lia ela,
Via que eu não era o que era merecia.
Sabia e não sabia o que dizia cada poesia.
Eu lia, eu lia. Lia tentando aplacar.
A dor e a incerteza que estavam a me dominar.
Amei sozinha uma das mais conhecidas frases.
Amei sozinho meu peito chorava em calamidade.
Ainda não tenho a reposta.
Nunca mais pode ser ela.
Ela me expôs, expus min'alma diante dela.
Eu chorei sem querer vimos a sombra de uma antiga sequela.
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